Por Junior Garcia
Carlos Eduardo Gonçalves publicou no Valor, em 17 de agosto de 2026, o artigo “Uma nova teoria da macroeconomia”, no qual apresenta uma mudança importante ocorrida na macroeconomia convencional: a expansão dos chamados modelos HANK, acrônimo de Heterogeneous Agent New Keynesian, em substituição aos modelos que representam as famílias por meio de um agente representativo.
A crítica ao agente representativo é pertinente. Uma economia formada por milhões de pessoas com rendas, patrimônios, dívidas, empregos e condições de acesso ao crédito muito diferentes não pode ser representada por um único indivíduo que simultaneamente empresta e toma emprestado, recebe transferências e paga os impostos que as financiam, poupa, trabalha e toma decisões de consumo olhando racionalmente para um futuro distante.
Os modelos HANK procuram corrigir parte desse problema, uma vez que permitem que as famílias apresentem diferentes níveis de riqueza, liquidez, endividamento e propensão marginal a consumir. Com isso, transferências fiscais, desemprego, distribuição de renda e mudanças nos juros produzem efeitos agregados que desapareciam por construção nos modelos de agente representativo. Essa mudança não é pequena. Kaplan, Moll e Violante mostraram, por exemplo, que, em seu modelo HANK, os efeitos indiretos da política monetária, particularmente aqueles que operam por meio da renda do trabalho, podem assumir importância muito maior do que nos modelos novo-keynesianos com agente representativo, nos quais a substituição intertemporal ocupa posição central.
O problema começa quando essa mudança é apresentada como parte de “uma nova teoria da macroeconomia”. O próprio nome HANK esclarece a questão: Heterogeneous Agent New Keynesian. Trata-se de um modelo novo-keynesiano com agentes heterogêneos. A heterogeneidade modifica de maneira importante a representação das famílias e permite incorporar efeitos distributivos anteriormente eliminados por hipótese, mas não constitui, por si mesma, uma nova teoria sobre o funcionamento da economia.
A distinção é fundamental, porque, na Economia, tornou-se frequente tratar uma inovação metodológica ou um aperfeiçoamento da modelagem como se correspondesse a um avanço teórico. A macroeconomia convencional passou as últimas décadas desenvolvendo modelos matematicamente cada vez mais sofisticados e, diante de dificuldades empíricas, incorporando novas fricções, novos mercados, diferentes tipos de agentes, imperfeições financeiras, rigidez de preços, heterogeneidade e novos mecanismos de transmissão. Esses desenvolvimentos podem produzir modelos mais detalhados e, em alguns casos, empiricamente mais adequados. Entretanto, um modelo mais complexo ou mais realista em determinada dimensão não equivale necessariamente a uma teoria mais adequada sobre o funcionamento do sistema econômico, muito menos a uma nova teoria. O HANK corrige uma simplificação particularmente problemática dos modelos anteriores, mas permanece inserido na mesma tradição teórica da qual aqueles modelos foram construídos.
Paul Romer chamou atenção para uma dimensão mais profunda desse problema em The Trouble with Macroeconomics, publicado em 2016, quando afirmou que parte da macroeconomia havia experimentado, durante mais de três décadas, um “regresso intelectual”. Sua crítica não se dirigia à matemática ou à modelagem em si, mas ao processo pelo qual os fatos passaram a ser subordinados às exigências dos modelos e hipóteses pouco plausíveis passaram a ocupar o lugar da explicação causal.
O HANK representa um avanço em relação ao agente representativo, mas não escapa desse problema. Há, inclusive, uma evidência reveladora. Benjamin Moll, um dos autores do artigo seminal sobre HANK, passou a questionar um dos próprios fundamentos empregados nos modelos de agentes heterogêneos: as expectativas racionais. No artigo, The Trouble with Rational Expectations in Heterogeneous Agent Models: A Challenge for Macroeconomics, Moll argumenta que, nos modelos com agentes heterogêneos, a hipótese de expectativas racionais sobre os preços de equilíbrio exige que os agentes antecipem distribuições inteiras de outros agentes para formar suas previsões, produzindo problemas de enorme dimensionalidade que desafiam até os métodos computacionais disponíveis. O autor afirmou de maneira direta que essa hipótese é irrealista e precisa ser substituída.
Temos, portanto, uma situação reveladora: introduzimos heterogeneidade para aproximar o modelo da realidade e, ao fazê-lo, tornamos ainda mais evidente o caráter irrealista de outra hipótese necessária à própria construção do modelo. Isso sugere que o problema talvez não esteja apenas no grau de simplificação adotado, mas nas bases ontológicas e epistemológicas sobre as quais esses modelos são construídos.
A questão decisiva, portanto, não é se uma economia artificial contém um agente, cem ou dez milhões deles. É o que entendemos por economia antes mesmo de começarmos a modelá-la. A macroeconomia convencional trabalha com uma representação estilizada da economia nacional formada por famílias, firmas, governo, banco central e, em algumas versões, bancos e setor externo, conectados por relações de produção, renda, preços, consumo, investimento e ativos financeiros.
Mesmo quando incorpora mercados financeiros, heterogeneidade patrimonial, comércio internacional ou diferentes imperfeições, sua atenção permanece concentrada nas relações estabelecidas dentro desse universo previamente delimitado. A produção aparece como geração de produto, renda e valor; o investimento aumenta o estoque de capital; o trabalhador recebe salários; as famílias consomem e poupam; as firmas contratam trabalhadores e realizam investimentos; o governo arrecada tributos e realiza gastos, relação que também precisa ser reconsiderada à luz da discussão sobre moeda soberana, como destaca Stephanie Kelton em O mito do déficit: teoria monetária e o nascimento da economia, e o banco central administra a taxa básica de juros. Pode-se acrescentar mais agentes, novas equações e inúmeros mecanismos a esse sistema e, ainda assim, conservar intacta a concepção que antecede sua formalização.
É justamente nesse ponto que algumas questões elementares adquirem importância teórica: o que exatamente está sendo produzido? Com quais materiais e fontes de energia? De onde vêm esses materiais e essa energia? O que acontece com estes elementos durante o processo produtivo? Para onde vão os resíduos gerados pelo consumo e pela produção? Quais estruturas materiais precisam ser mantidas para que a produção continue ocorrendo? Quais processos podem ser revertidos e quais envolvem transformações irreversíveis? Quais fundos naturais sustentam continuamente a atividade econômica? Existem limites biofísicos para a escala do processo econômico?
Mesmo acontecimentos recentes que revelaram de maneira particularmente clara a dependência material das economias, como a pandemia de COVID-19, a guerra na Ucrânia e o conflito entre Estados Unidos e Irã, com seus efeitos sobre energia, logística e cadeias internacionais de suprimentos, não produziram uma reconsideração equivalente dos fundamentos sobre os quais se constrói a macroeconomia. O conflito com o Irã em 2026, por exemplo, voltou a colocar o Estreito de Hormuz e o abastecimento mundial de petróleo no centro das preocupações econômicas, evidenciando novamente como aquilo que aparece nos modelos como “choque externo” corresponde, no mundo concreto, à dependência de estruturas materiais, territoriais e energéticas específicas.
Essas não são questões “ambientais”, preocupações de ambientalistas ou variáveis adicionais que podem ser incorporadas a um modelo macroeconômico já pronto. Também não basta construir uma macroeconomia convencional acrescida de um “componente ambiental”. Essas perguntas dizem respeito ao próprio significado do processo econômico e, portanto, antecedem a modelagem.
Nicholas Georgescu-Roegen mostrou há mais de meio século que o processo econômico não pode ser representado como um sistema mecânico e circular. Produção significa transformação de matéria e energia: recursos naturais de baixa entropia entram no processo econômico, sofrem transformações e resultam em bens, serviços e resíduos; matéria e energia não desaparecem, mas sua qualidade e disponibilidade para novos usos se alteram de maneira irreversível.
A economia é, portanto, um processo material e energético submetido às leis da termodinâmica, independentemente da forma monetária assumida pelas relações econômicas. Até mesmo a moeda e o sistema financeiro dependem, em última instância, da reprodução desse processo material e energético, relação explorada por Melgar-Melgar e Hall ao discutirem os vínculos entre dinheiro, energia e atividade econômica.
Herman Daly sintetizou uma implicação fundamental dessa mudança de perspectiva ao representar a economia como um subsistema aberto de um ecossistema maior, materialmente finito e não crescente. Nessa abordagem, os fluxos de matéria e energia, a escala física da economia e a manutenção dos fundos naturais deixam de constituir externalidades e passam a integrar a definição do próprio objeto econômico. O agente representativo pode desaparecer no HANK; a representação de uma economia praticamente isolada de suas bases biofísicas permanece.
Esse limite também aparece em parte da crítica heterodoxa e, portanto, não constitui um problema exclusivo do mainstream. A esse respeito, vale destacar o recente trabalho de Louis-Philippe Rochon e Sergio Rossi, cujo título não poderia ser mais explícito: The logical flaws of neoclassical economics and why we should not teach it. Os autores apresentam um conjunto importante de críticas à economia neoclássica, incluindo sua concepção de equilíbrio, a fragilidade da validação empírica, o tratamento da moeda, as teorias de oferta e demanda e a explicação da inflação.
Os autores argumentam que a moeda deve ser compreendida como endógena, que a concessão de crédito pelos bancos participa da criação monetária e que a inflação pode resultar de conflitos distributivos e de pressões de custos, não podendo ser reduzida a um simples fenômeno de excesso de demanda. Trata-se de uma ruptura teórica maior com a macroeconomia convencional do que aquela proporcionada pela passagem do agente representativo aos agentes heterogêneos. Ainda assim, algo permanece incompleto. Quando Rochon e Rossi defendem uma teoria capaz de representar melhor o “mundo real”, esse mundo é monetário, financeiro, produtivo, distributivo, social e institucional. Ao final, entre outras propostas, eles defendem maior formação dos estudantes em dados, análise empírica, econometria e modelos stock-flow consistent. Essas contribuições são importantes, mas não resolvem, isoladamente, o problema ontológico anterior: qual é o sistema econômico cuja consistência estamos procurando representar?
Um modelo pode ser consistente entre estoques e fluxos monetários e continuar fisicamente impossível. A contabilidade stock-flow consistent assegura que os ativos financeiros de uma unidade institucional correspondam aos passivos de outra e que os fluxos monetários sejam compatíveis com as variações dos estoques financeiros, mas não assegura, por si mesma, a conservação da matéria, a disponibilidade de energia, a reprodução dos fundos biofísicos ou a compatibilidade entre a escala da economia e os ecossistemas que a sustentam.
Pode-se, portanto, construir uma macroeconomia consistente em termos monetários, mas ecologicamente inviável. É justamente nesse ponto que a MacroEconomia Ecológica, embora ainda constitua um campo teórico e metodológico em construção, oferece um ponto de partida potencialmente mais adequado para a reconstrução da teoria macroeconômica. Seu mérito não está em possuir atualmente uma teoria completa e pronta para substituir todo o edifício existente, mas em começar por uma ontologia distinta: a economia é um subsistema social e monetário inserido em sistemas biofísicos dos quais depende de maneira unidirecional para obter matéria, energia e serviços ecossistêmicos e para absorver parte dos resíduos produzidos.
A formalização dessa perspectiva já avançou além de simples declarações conceituais. Existem diversos modelos macroeconômico-ecológicos, que combinam a abordagem stock-flow consistent com a distinção entre fluxos, estoques e fundos de Georgescu-Roegen, formalizando simultaneamente estoques e fluxos monetários e físicos e incorporando restrições derivadas das leis da termodinâmica. Essa linha de pesquisa não encerra o debate; mostra, contudo, que não existe impedimento metodológico para construir uma macroeconomia na qual consistência monetária e consistência biofísica façam parte do mesmo objeto analítico.
Nesse sentido, talvez seja insuficiente afirmar que a teoria econômica “perdeu contato com a realidade”. Para perder algo, seria necessário tê-lo possuído. A arquitetura que se consolidou na teoria econômica foi construída a partir de uma decisão pré-analítica que delimitou o objeto econômico de forma autônoma em relação aos sistemas naturais e passou a representar a produção por relações entre trabalho, capital, tecnologia, preferências, preços e renda. Essa escolha permitiu construir modelos nos quais a economia pode crescer indefinidamente desde que existam capital, trabalho, tecnologia e instituições adequadas.
Nesta base teórica, recursos naturais podem ser acrescentados como mais um fator de produção, danos ambientais podem aparecer como externalidades, emissões podem receber preços e recursos podem ser incorporados às funções de produção, mas a natureza permanece adicionada a uma representação econômica previamente definida. A inversão necessária é outra: não se trata de acrescentar a natureza à economia, mas de reconhecer que a economia sempre esteve dentro da natureza e da sociedade. Isso modifica o ponto de partida da análise.
Como consequência, a produção deixa de ser compreendida apenas como geração de valor monetário e passa a ser reconhecida também como processo de transformação biofísica; o capital deixa de ser tratado somente como uma quantidade abstrata e passa a corresponder a estruturas materiais específicas; a tecnologia deixa de aparecer como uma variável capaz de elevar indefinidamente a produtividade e precisa ser vinculada às transformações de matéria e energia que efetivamente realiza; e os resíduos deixam de representar uma consequência periférica para se tornarem resultado inevitável do processo produtivo.
A mesma mudança alcança o conceito de crescimento. Se a economia é um processo biofísico e monetário inserido na biosfera, crescimento não pode significar aumento do PIB. Torna-se necessário perguntar: crescimento de quê? Qual atividade está crescendo? Quais estoques físicos estão sendo ampliados ou reduzidos? Quais fluxos materiais e energéticos sustentam essa expansão? Quais fundos naturais estão sendo utilizados ou degradados? Que quantidade e qualidade de resíduos estão sendo produzidas? Quem recebe a renda gerada e quem suporta os custos sociais e ecológicos?
A política macroeconômica, consequentemente, também deixa de poder ser avaliada pela estabilidade de preços, pelo emprego e pelo crescimento agregado da produção. Esses objetivos permanecem relevantes, mas precisam ser subordinados às condições materiais e sociais que permitem a reprodução da sociedade ao longo do tempo. É por isso que a Macroeconomia Ecológica pode constituir um ponto de partida promissor, ainda que seu edifício teórico permaneça incompleto. Ao contrário de simplesmente acrescentar emissões ou recursos naturais aos modelos existentes, a MacroEconomia Ecológica permite começar pela dependência biofísica da economia e, a partir daí, incorporar moeda, crédito, dívida, demanda efetiva, distribuição, instituições, relações de poder e heterogeneidade social.
A passagem de RANK para HANK ilustra bem o alcance e, simultaneamente, o limite das mudanças em curso. Reconhecer que famílias diferentes respondem de maneira distinta à política monetária e fiscal é certamente melhor do que pressupor que toda a população possa ser condensada em um único indivíduo imaginário. Mas trocar os habitantes não significa trocar a casa. A teoria continua procurando explicar o funcionamento das relações monetárias e produtivas dentro de uma arquitetura definida por decisões individuais, preços, rendimentos, ativos, expectativas e mecanismos de equilíbrio.
Mesmo quando a distribuição passa a importar, permanecemos perguntando como diferentes agentes respondem aos juros, à renda, aos preços e aos choques. A pergunta anterior continua ausente: que sistema é esse no qual os agentes estão inseridos e quais são as condições de sua reprodução? Uma macroeconomia adequada ao século 21 precisa reconhecer dimensões que são analiticamente distinguíveis, mas materialmente inseparáveis.
Há uma dimensão biofísica, porque a economia depende de fluxos de matéria e energia, de fundos naturais e de serviços ecossistêmicos e produz inevitavelmente resíduos; uma dimensão monetária e institucional, porque a produção capitalista depende de moeda, crédito, dívida, bancos, instituições, regras e relações de poder; e uma dimensão social e distributiva, porque famílias e grupos não diferem apenas por suas propensões marginais a consumir, mas ocupam posições distintas nas estruturas de renda, riqueza, trabalho, gênero, território e poder. Agentes heterogêneos são necessários para compreender parte dessa realidade, mas não representam sua reconstrução teórica.
É justamente por isso que a discussão provocada pelo HANK deveria conduzir a uma conclusão diferente daquela sugerida pela expressão “uma nova teoria da macroeconomia”. A boa notícia não é que encontramos uma nova teoria, mas que as dificuldades acumuladas pelos próprios modelos tornam progressivamente mais difícil sustentar várias de suas antigas simplificações e hipóteses. O agente representativo mostrou-se inadequado; a equivalência ricardiana possui alcance muito mais limitado do que sugeriam os modelos em que se apoiava; o tradicional canal de substituição intertemporal perdeu centralidade na explicação dos efeitos da política monetária; a distribuição voltou a importar; a criação monetária não pode ser adequadamente descrita como simples transferência de fundos previamente poupados; a inflação não pode ser reduzida a excesso de demanda; e as expectativas racionais estão sendo questionadas até mesmo por pesquisadores que se encontram na fronteira da macroeconomia com agentes heterogêneos.
Ao mesmo tempo, as crises climática e ecológica, a dependência energética, as rupturas de cadeias produtivas e a crescente exposição das economias às restrições materiais tornam cada vez menos defensável a representação de economias nacionais cuja reprodução parece ocorrer independentemente dos sistemas biofísicos dos quais dependem.
Não precisamos, portanto, simplesmente acrescentar mais uma fricção, outra equação ou uma nova categoria de agente aos modelos existentes. Também não precisamos abandonar a modelagem, a matemática ou a busca de consistência analítica. Precisamos reconsiderar o objeto que pretendemos modelar e, antes disso, aquilo que entendemos por economia. A Macroeconomia Ecológica ainda não oferece uma teoria macroeconômica acabada capaz de responder satisfatoriamente a todas essas questões; aliás, tratá-la dessa maneira significaria repetir o erro que se critica quando uma inovação metodológica é apresentada como uma nova teoria.
A MacroEconomia Ecológica oferece algo mais fundamental: um ponto de partida diferente, no qual a economia é concebida desde o início como um processo social, monetário e biofísico historicamente organizado, dependente de fluxos de matéria e energia e submetido a restrições ecológicas, institucionais e distributivas. A partir dessa base, contribuições pós-keynesianas sobre moeda, demanda efetiva e incerteza, abordagens sobre crédito e dívida, análises institucionais, teorias da distribuição e avanços na representação da heterogeneidade podem ser incorporados sem que a economia volte a ser tratada como um sistema isolado.
A revolução que a macroeconomia ainda não realizou, portanto, não é simplesmente computacional nem consiste em substituir um habitante imaginário por muitos habitantes heterogêneos. É, antes de tudo, ontológica e teórica. Somente quando a própria representação analítica do processo econômico mudar poderemos, talvez, falar em uma nova teoria da macroeconomia.
Junior Garcia – Professor do Departamento de Economia e Coordenador do Grupo de Estudos em MacroEconomia Ecológica (GEMAECO) da Universidade Federal do Paraná.
Notas
¹ O Chat GPT foi utilizado na sugestão de termos e ideias, revisão da redação e organização.
Tags: crescimento econômico, PIB, políticas macroeconômicas